Pescadores atingidos por enchente deveriam receber o Seguro Defeso.
Sistema de processamento de dados, em Brasília, atrasou o pagamento.
Pescadores de municípios atingidos pela enchente do Rio Madeira, em Rondônia, reclamam do atraso no pagamento do Seguro Defeso. O Ministério do Trabalho promete uma solução para o caso, mas o problema está longe de acabar.
Os pescadores de Porto Velho nem querem mais falar sobre o assunto, eles estão revoltados e se sentem enganados. O secretário da colônia dos profissionais, Amarildo Batista Costa, diz que não há como tirar a razão deles, já que estão há três meses esperando pelo dinheiro.
O Seguro Defeso é um salário mínimo que cada pescador profissional recebe de novembro a março, período de reprodução das espécies, quando a pesca fica proibida. Com a cheia do Rio Madeira este ano, o Governo Federal prometeu estender o pagamento por três meses, a primeira parcela deveria ter sido paga em abril, mas até agora não caiu nenhum centavo na conta.
Segundo apuração, o problema foi com o sistema de processamento de dados em Brasília, que têm informações somente por estados e não por municípios. Em Rondônia, quatro municípios decretaram calamidade pública por causa da cheia e só esses pescadores têm direito de receber a prorrogação do Seguro Defeso.
A chefe de Serviço de Política Pública da Superintendência Regional do Trabalho, Violeta Sales, recebeu a confirmação do Ministério de que os cerca de 6 mil pescadores dos municípios de Porto Velho, Guajará Mirim, Nova Mamoré e Rolim de Moura foram habilitados e o pagamento deve sair esta semana.
Já o superintendente do Ministério da Pesca em Rondônia, Giovan Damo, explica que somente uma parcela está garantida, as outras duas prometidas ainda dependem de aprovação.
O Rio Madeira está no processo de vazante. O nível atual, 19 metros, ainda é considerado alto.
Por: Globo Rural
Fonte: Globo Rural
Seedz desenvolveu um software de fidelidade que valoriza o relacionamento entre agricultores e pecuaristas de…
Vacas ganham app estilo Tinder para encontrar almas gêmeas no Reino Unido A Hectare, startup…
A produtora rural Luciana Dalmagro, de 34 anos, em sua granja em Batatais, no interior…
A Fazenda Futuro, foodtech brasileira avaliada em 100 milhões de reais, traz ao mercado o…
Representantes do agronegócio, ONGs ambientais, setor financeiro, sociedade civil e academia relacionam medidas para reduzir…
Realização do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), o Colmeia Viva®…