Embora tenham registrado comportamento diverso nos seis primeiros meses de 2014, frango vivo e abatido iniciaram o segundo semestre do ano registrando índices de evolução de preços idênticos.
Assim, partindo de um índice igual a “100” nos primeiros dias de 2014, um e outro produto iniciou a segunda metade do período com preços correspondentes a 88% do preço inicial, o que também significa desvalorização de 12%.
Porém, nas 5-6 primeiras semanas do semestre, enquanto o frango vivo manteve-se em absoluta estabilidade, registrando inclusive pequena correção de preço, a ave abatida experimentou forte desvalorização. A ponto de iniciar o mês de agosto com a pior cotação de 2014.
A reversão, porém, veio rapidamente. E de maneira significativa, ou seja, com valorização de quase 16,5% entre o primeiro e o décimo quinto dia do mês. O mais interessante, no entanto, é que por cerca de uma semana os dois produtos voltaram a registrar evolução similar de preços em relação aos valores iniciais de 2014.
Isso cessou com o início da segunda quinzena. Pois o frango vivo não só obteve novas altas (a despeito do período do mês), como também voltou a alcançar a mesma cotação de abertura de 2014. Já o abatido apenas repetiu comportamento que é típico dessa época do mês: após breve período de estabilidade, vem – em função do menor consumo – registrando perda contínua de preço.
Exceto no final da semana, quando o varejo começa a se preparar para as vendas que se concentram em todo início de mês, as baixas do frango abatido tendem a continuar. Já o frango vivo – com preço estável desde o início da segunda quinzena mas permanecendo em mercado firme – ainda pode chegar ao final de agosto com novos ajustes. Por ora, continua com o mesmo preço do início de 2014.
Fonte: Avisite
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