Março exibiu, em quase 24 meses, a maior receita originada com as exportações da pauta mato-grossense. Com embarques no valor de US$ 1,80 bilhão, o período se destacou e possibilitou não apenas um saldo positivo na comparação mensal, quanto na anual, como foi além, contribuiu, e muito, para que depois de algum tempo o faturamento acumulado no primeiro trimestre do ano superasse as cifras de igual período do ano passado e com margem significativa, alta de 42,90%.
Ao contabilizar embarques da ordem de US$ 3,80 bilhões ante US$ 2,66 bilhões registrados de janeiro a março de 2015. Até o mês passado, o maior resultado mensal observado na pauta estadual havia sido em abril de 2014, quando os negócios geraram US$ 1,95 bilhão.
Mais uma vez, a dobradinha ‘soja e milho’ foi o destaque dos embarques internacionais. O milho, que já havia liderado as exportações mato-grossenses no primeiro bimestre do ano, superando a soja, seguiu março com força e contribuiu, tanto em cifras, como em volume, para a recuperação da receita do setor. De janeiro a março deste ano, o milho elevou em 113,91% a receita ante igual intervalo do ano passado, ao somar US$ 1,18 bilhão contra US$ 553,32 milhões. Com as cifras arrecadadas, o cereal deixou de participar com cerca de 9% a 11% do faturamento global da pauta estadual, para responder por 31,13% da receita. Em relação ao volume físico, os embarques somaram 7,10 milhões de toneladas contra 2,96 milhões de t enviadas no primeiro trimestre de 2015. Vale ressaltar que o milho movimentado é ainda o grão da safra 2015.
A soja, que segue como carro-chefe das exportações estaduais, faturou no trimestre US$ 1,41 bilhão, 30,57% mais que os US$ 1,08 bilhão contabilizados em igual período de 2015. A participação da soja em grão no total faturado corresponde 37,25% de toda a pauta.
Outros segmentos que vinham em baixa, como o de cortes bovinos, se recuperou em março e encerrou o trimestre com receita de US$ 181,94 milhões, 2,59% acima dos US$ 177,35 milhões faturados de janeiro a março do ano passado.
O algodão ampliou em quase 60% a receita oriunda das exportações, ao somar US$ 230,66 milhões contra US$ 144,79 milhões na comparação anual.
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