Trabalho no campo teve de ser interrompido várias vezes.
Na região centro leste do estado, chuva não é comum nesta época do ano.
Em Goiás, a colheita do algodão começou, mas teve que ser interrompida, várias vezes, por causa da umidade, um trabalho extra para os agricultores.
Em uma fazenda no município de Silvânia, no centro leste do estado, a colheita começou junto com uma frente fria seguida de chuva, o que não é comum na região nesta época do ano. Em vários momentos foi preciso parar as máquinas por causa da umidade das plumas.
Há dez anos, Dalmo Martins planta algodão em uma área de 230 hectares. Ele já colheu 25% da produção e pretende concluir o serviço nos próximos 25 dias.
Nos últimos cinco anos, a área plantada de 10 mil hectares foi reduzida pela metade por causa da elevação no custo de produção e os estoques cheios, que têm derrubado o preço pago ao produtor.
No ano passado, os produtores da região centro-leste de Goiás receberam R$ 75 pela arroba e hoje, o preço está da faixa de R$ 55 a arroba, revela Dalmo Martins.
Mesmo com o ataque de pragas, como o bicudo, a produtividade deve ser de 300 arrobas por hectare, rendimento considerado bom e que deve ultrapassar o do ano passado, quando foram colhidas 260 arrobas por hectare.
Por: Globo Rural
Fonte: Globo Rural
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