Em visita ao Oeste da Bahia nesta semana, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Neri Geller, anunciou aos produtores da região que o estado será incluído nos leilões do Prêmio de Equalização Pago ao Produtor Rural (PEPRO) do Milho na próxima semana. Nos últimos dias, a CONAB realizou dois leilões, e o terceiro está marcado para a próxima quinta-feira (dia 28).
– Isso irá ajudar muito aos agricultores que estão, hoje, com o custo de produção acima da receita obtida com suas colheitas. O PEPRO, com certeza, vai amenizar este prejuízo para que o agricultor continue produzindo – afirmou Júlio Cézar Busato, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), ressaltando que o ministério ainda deverá anunciar, nas próximas semanas, o PEPRO do algodão.
Geller se reuniu com cerca de 70 produtores da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins, no auditório do Senar em Luís Eduardo Magalhães. Na ocasião, o presidente da AIBA, Júlio Cézar Busato, entregou ao ministro um documento com necessidades do setor agrícola baiano onde foram destacadas questões como logística e custos de produção, legislação trabalhista, segurança jurídica nas propriedades, unidade avançada da EMBRAPA Algodão para a região, agilidade na construção do armazém da CONAB e a necessidade de ações de sustentação econômica da cultura do milho, na região, já que ela é de fundamental importância para a rotação de culturas e melhoria dos solos.
O ministro destacou a necessidade de revisão da legislação trabalhista já que, segundo ele, o campo não pode funcionar com leis urbanas.
– O campo tem suas peculiaridades que dependem do tempo, do clima, e de outros fatores; tanto para plantar, quanto para colher, e esses momentos não esperam. Iremos buscar apoio no Congresso, para uma nova legislação trabalhista acontecer – enfatizou.
Geller também assumiu o compromisso, com a região, de atender às necessidades de infraestrutura logística.
– Os resultados da região estão acima da média nacional, iremos atender as necessidades dos produtores, através do incentivo aos portos, hidrovias e ferrovias – garantiu o ministro.
Fonte: Canal Rural.
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