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Suplementação à base de cana-de-açúcar e uréia em bovinos de corte


O objetivo do presente trabalho é analisar os nutrientes da cana-de-açúcar e da uréia, verificando aspectos positivos e negativos dos mesmos, indicando uma possível correção de dieta com outros alimentos, visando um máximo ganho de peso ou uma melhor manutenção dos bovinos na época seca do ano.  A cana-de-açúcar vem sendo nos últimos anos, amplamente utilizada como fonte de volumoso na época seca pelos pecuaristas, isto se deve ao seu baixo custo e com elevada produção. Como outras gramíneas, a cana-de-açúcar é pobre em proteína, sendo utilizado com a associação de uma fonte protéica, como a uréia.

Esta associação tem trazido muitos benefícios para os criadores de bovinos de corte, se ainda suplementada corretamente com alguns tipos de farelos (arroz, soja, algodão, peixe ou sorgo), proporciona aos animais um pequeno ganho de peso ou apenas a mantença nesta época do ano; vantagem desejada e apreciada pelos criadores. Por se tratar de um volumoso com baixo custo operacional, a cana-de-açúcar quando utilizada como volumoso na nutrição de bovinos de corte, gera grande rentabilidade produtiva, pois exerce um baixo custo na arroba produzida.

Palavras-chave: cana-de-açúcar, uréia, nutrição, bovinos de corte.

SUPPLEMENT THE BASE OF SUGAR CANE (Saccharum officinarum) AND UREA IN THE BEEF CATTLE IN SEASON WINTER.

ABSTRACTS

The objective of the present project is to analyze the nutrients of sugar cane and urea, verifying the positive and negative aspects of them, indicating a possible diet correction using other types of food, aiming a maximum weight increase or a better bovine’s maintenance on the dry period of the year. The sugar cane it’ been widely used in the last years as source of voluminous at the time dries for the creators, due the low cost and with raised production.  As other grassy ones, the sugar cane is poor in protein, being used with the association of a protein source, as the urea.  This association has brought many benefits for the creators of bovines of cut, if still supplemented correctly with some types of brans (rice, soy, cotton, fish or sorghum), it provides to the animals a small profit of weight or only the maintenance at this time of the year;  advantage desired and appreciated for the creators.  For if dealing with a voluminous one with low operational cost, the sugar cane when used as voluminous in the nutrition of cut bovines, generates great productive yield, therefore it exerts a low cost in the produced arroba.

Key-word: sugar cane, urea, nutricion, beef cattle.

1.    Introdução

A cana-de-açúcar tem merecido atenção dos nutricionistas pelo seu alto potencial de produção, principalmente na época seca do ano. O elevado teor de carboidratos não-estruturais, fornecendo energia prontamente utilizável aos microrganismos do rúmen, permite a correção do baixo teor de proteína da gramínea por meio da adição de fontes de nitrogênio não-protéico, como a uréia, em dietas para ruminantes.

Apesar da cana-de-açúcar com uréia ter seu uso relativamente difundido na alimentação do gado brasileiro, seu uso muitas vezes é de maneira errônea. Uma dieta formulada apenas com estes dois alimentos tem sérias limitações de consumo, embora sendo às vezes suficientes para a mantença de bovinos adultos ou para baixos ganhos de peso em novilhos em crescimento.

O objetivo do presente trabalho é analisar os nutrientes da cana-de-açúcar e da uréia, verificando aspectos positivos e negativos dos mesmos, indicando uma possível correção de dieta com outros alimentos, visando um máximo ganho de peso ou uma melhor manutenção dos bovinos na época seca do ano.    

2. Desenvolvimento

2.1 Cana-de-açúcar
 
O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, produzindo cerca de 24% do total, em aproximadamente 4 milhões de hectares (SOUZA, 2003). Trata-se de uma gramínea semi-perene e cespitosa de alto rendimento produtivo (120 toneladas/hc), porém com baixos índices nutricionais (quadro 1) (LOPES, 1998; PUPO, 2000).

Apesar de possuir valores energéticos médios devido à presença de açúcar entre seus colmos, é uma gramínea fibrosa, apresentando uma baixa digestibilidade pelo animal (PUPO, 2000). Contudo a fim de melhorar sua digestibilidade, tratamentos pós colheitas a base de métodos físicos, químicos ou biológicos são de extrema eficácia para hidrolisar seus constituintes de parede celular, aumentando a taxa de passagem pelo rúmen culminando em aumento na ingestão de MS de 6,82 kg MS/animal/dia para 8,12 kg MS/animal/dia (MARI; NUSSIO, 2004).

2.2 Uréia

A uréia é uma substância branca, cristalina e solúvel em água. Contém aproximadamente 46% de nitrogênio e possui um equivalente protéico de 287%. A uréia a ser utilizada na alimentação animal é a uréia alimentar encontrada no comércio contendo de 42 a 45% de nitrogênio, enquanto as usadas como adubo contém 44 a 46%, porém esta é mais higroscópica e pode conter nitrato, impedindo assim seu uso na alimentação animal (ANDRIGUETTO et al., 1983; SOUZA, 2003).
Quando a uréia alcança o rúmen, ela é rapidamente desdobrada em amônia e CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico) pela enzima urease, produzida pelas bactérias. A amônia presente no rúmen, resultante da uréia ou de uma fonte protéica, é utilizada pelos microrganismos para a síntese de sua própria proteína, para que isto ocorra é essencial à presença de uma fonte de energia para as bactérias ruminais.
(LOPES; 1998)

Andriguetto et al. (1983) e Peixoto (1994) ressaltam que quando a uréia for ingerida em excesso, ou quando não houver glicídio prontamente utilizáveis, ocorre uma maior formação de amônia no liquido ruminal, terá uma elevação do pH ruminal e uma rápida absorção da amônia. Quando a amônia é absorvida e excede a capacidade de conversão em uréia, existe um aumento do nível de uréia no sangue, resultando em intoxicação, que se inicia pelas células nervosas fazendo com que o animal apresente sintomas nervosos como: inquietação, salivação intensa e tremores musculares seguindo de descoordenação, dificuldade respiratória, há prostração podendo ocorrer timpanismo e espasmos tetânicos antes da morte. A morte ocorre de 30 minutos a 2,5 horas após o início dos sintomas. Como tratamento usa-se água fria cerca de 20 - 40 litros; ácido acético ou mesmo o vinagre diluído em água fria na proporção de 1:2, o ácido neutraliza o efeito de amônia, pela formação de acetato.

2.3 Associação de cana-de-açúcar com uréia

Para formulação de dietas para ruminantes é necessário que as fontes de energia e proteínas se completem (PEIXOTO et al., 1999). O elevado teor de carboidratos não estruturais da cana-de-açúcar fornece energia prontamente utilizável aos microrganismos do rúmen, permitindo assim a correção da gramínea por meio da adição de fontes de nitrogênio não protéico, como a uréia, em dieta de ruminantes (AROEIRA et al., 1995).

A expressão cana + uréia refere-se, na verdade, à mistura cana-de-açúcar + uréia + sulfato de amônio (sendo 9 partes de uréia para 1 parte de sulfato de amônio) ou sulfato de cálcio (gesso) com 8 partes de uréia para 2 do mesmo. Os sulfatos participam da mistura principalmente como fornecedores de enxofre, elemento indispensável para a síntese dos aminoácidos sulfurados de proteínas microbianas (LOPES, 1998; NUNES, 1998). O enxofre tem importância biológica, pois constitui cerca de 21,5% dos aminoácidos essenciais metionina e cistina; estes sendo sintetizados pela microflora do trato gastrintestinal dos ruminantes a partir de enxofre inorgânicos (NUNES, 1998).

Dietas contendo cana-de-açúcar e uréia devem ser fornecidas de maneira gradativa e de forma adaptativa aos animais, afim de evitar-se quadros de intoxicações (ANDRIGUETTO et al., 1983;  PEIXOTO et al., 1994).

Melo (1983) descreve que dietas baseadas em cana-de-açúcar resultam em baixas disponibilidades de precursores glicogênicos, pelo menos por três razões: a) ausência do amido na cana-de-açúcar; b) baixo teor protéico e c) nível baixo de produção de ácido graxos voláteis. Portanto, a associação da cana-de-açúcar com uréia pode resultar em maior eficiência na utilização da cana pelo ruminante. O desempenho animal poderá ser melhorado, se a ela forem adicionados compostos que dêem origem a precursores glicogênicos e uma fonte protéica não degradável no rúmen, por exemplo, o farelo de arroz, que contém 13% de proteína e 30% de amido.
Huber et al. (1981) descrevem que a adaptação a níveis de consumo muito alto de uréia (acima de 50% do nitrogênio total da ração) exige de 2 a 3 meses. Com quantidades menores, iguais às doses máximas recomendadas, faz adaptação de 2 a 6 semanas, pelos aumentos gradativos da concentração de uréia no alimento. Dietas ricas em proteínas fornecidas antes da alimentação com NNP facilitam a adaptação, e o fornecimento contínuo de NNP é recomendado para prevenir a possível perda de adaptação.

Após 2 a 3 semanas os microrganismos  e os outros tecidos do animal se adaptam e há maior utilização do NNP. O estímulo de ciclo uréia-síntese no fígado para transformar amônia em uréia irá acostumar o animal às dietas com NNP, resultando em aumento da aceitação pelo animal, admite-se que seja funcional (PEIXOTO et al., 1994).

De acordo com o preparo da mistura de cana-de-açúcar + uréia, sendo que na 1ª semana (período de adaptação, normalmente de quinze dias) são usados 100 kg de cana com 500g de uréia pecuária diluída em 20 litros de água e 50g de sulfato de amônia. Esta mistura de uréia + sulfato de gesso é diluída em três ou quatro litros de água e regada sobre a cana picada; primeiro despeja-se metade da solução sobre a cana, revirando-a em seguida e depois se despeja a outra metade.  Após a adaptação, aumenta-se a quantidade de uréia para 1000g em 4 litros de água e o sulfato de amônia para 100g, sempre lembrando que interromper a alimentação, mesmo por poucos dias, deverá reiniciar a fase de adaptação (LOPES, 1998; ATHIE, 1988).

2.4 Mantença ou ganho de peso na estação seca.

Segundo Peixoto et al. (1999) bovinos de corte em confinamento necessitam de energia para manutenção e para o ganho de peso desejado. Os processos fisiológicos de manutenção e, especialmente, de engorda, são altamente dependentes da energia da ração, ao contrário dos processos de crescimento e lactação, nos quais, além da energia, a proteína é também muito importante, tanto quantitativa, quanto qualitativamente.

Animais de origem zebuína têm a tendência de consumir mais alimento total, por unidade de peso, quando alimentados com gramíneas ou fenos pobres em proteínas, é provavelmente um fator responsável por sua maior capacidade de sobrevivência (PEIXOTO et al., 1999).

Os bovinos são animais capazes de aproveitar alimentos grosseiros como as palhas, forragens verdes ou secas e alimentos fibrosos dos quais não são aproveitados por outros animais monogástricos. Este fato é devido a microflora e protozoários existentes no rúmen, capazes de sintetizar os aminoácidos essenciais, as vitaminas, com exceção da A, D, E e C. Porém são péssimos conversores de alimento, isto é,  apresentam baixo índice de conversão alimentar. Bovinos de corte necessitam comer 7 kg de matéria seca para ganhar aproximadamente 1 kg de peso vivo, já as aves possuem uma conversão de 2,1 kg ingerido para ganhar 1 kg de peso vivo (ANDRIGUETTO et al., 1983).  

Determinadas espécies de protozoário possuem capacidade de digestão de carboidratos da parede celular das plantas, mas a digestão ruminal dos carboidratos complexos, componentes de parede celular da cana-de-açúcar é muito lenta, indicando ser a taxa de fermentação o principal fator limitante da ingestão de matéria seca (FRANZOLIN, 2000).

Um volumoso como a cana-de-açúcar com alto teor de fibra insolúvel em detergente neutro (FDN) e baixa digestibilidade desta fração pode resultar em elevado tempo de retenção da digesta no rúmen, afetando o consumo e como conseqüência final, levando a desempenho animal insatisfatório (MARI; NUSSIO, 2004).
Lopes (1998) afirma que bovinos mantidos em pastagens de baixa qualidade, particularmente no período seco, estão sujeitos a deficiências de proteína, de energia, de vários minerais e até de vitamina A.

Aroeira et al. (1995) relatam que uma dieta constituída a base de cana-de-açúcar mais uréia tem sérias limitações de consumo e na maioria das vezes, é suficiente apenas para atender as necessidades de mantença de bovinos adultos ou para ganhos de aproximadamente 200g em novilho em crescimento.

A diminuição da ingesta de alimento devido a quantidades elevadas de uréia na dieta (acima de 1,5 a 2%) tem ocorrido mesmo em animais aparentemente adaptados fisiologicamente para tolerar grandes quantidades de uréia. A palatabilidade tem sido mencionada como uma das causas desse efeito depressivo da uréia na ingestão. Mesmo dietas contendo de 1,9 a 3,5 % de uréia e de 4,7 a 7,5% de melaço desidratados, não evitaram este efeito. Porém com a inclusão de polpa de beterraba (7,5%), substituindo igual proporção do milho, aumentou ligeiramente a ingestão de concentrado. Entretanto, quando a uréia foi diluída em melaço e misturada com a polpa de beterraba e só então adicionada aos outros ingredientes do concentrado, o efeito depressivo da uréia parece ter sido eliminado e o consumo de concentrado foi ligeiramente maior que o consumo do concentrado sem uréia (PEIXOTO et al., 1994).  

Segundo Peixoto et al. (1994) na mistura cana-de-açúcar e uréia geralmente não aparecem problema de palatabilidade com níveis de 1% de uréia, permitindo o consumo de 100 a 280g/dia/cabeça.

Peixoto et al. (1999) descrevem que se ocorrer à ingestão de uma dieta a base de cana-de-açúcar com outros ingredientes, como silagem de sorgo e palha de feijão como fonte de MS (Matéria Seca), ambos acrescentados de uréia e melaço, estima-se um ganho de peso diária de 800g a 1,0 kg como ganho de peso estimado e 350g de ganho de peso obtido.

Com o uso da cana-de-açúcar hidrolisada a ingestão de matéria seca (MS) de bovinos passou de 6,82 kg MS/animal/dia, sem a utilização de hidróxido de sódio, para 8,12 kg MS/animal/dia com uso de 6% de hidróxido de sódio (NaOH). Isso ocorre devido à quebra dos constituintes da parede celular, levando a queda na taxa de ruminação e aumento da taxa de passagem com maior aporte de energia sendo oferecida ao animal, culminando em aumento na ingestão de MS (MARI; NUSSIO, 2004).

Segundo Peixoto et al. (1994) dietas à base de cana-de-açúcar e uréia quando fornecida com um suplemento protéico, como farelo de algodão e farelo de peixe ou soja, os animais terão um ganho de peso de 500g/animal/dia em bovinos em crescimento.

Para ganhos maiores (400–700g/dia), é necessário fornecer nutrientes adicionais a uma dieta de cana tratada com uréia, em uma quantidade variando de 15%–25% do consumo total de matéria seca (Quadro 5) (THIAGO; VIEIRA, 2002).

Segundo Thiago e Vieira (2002) dietas exclusivas de cana-de-açúcar + uréia + minerais, resultam em mantença do peso vivo. O uso de suplementos protéicos/energéticos perfazendo 15% a 25% do consumo total de matéria seca, pode resultar em ganhos da ordem de 400 – 700 g/animal/dia em dietas de uréia mais cana-de-açúcar.

3. Conclusão

Apesar de ser rica em energia, a cana-de-açúcar tem carências nutricionais, como a falta de proteína, porém com boa aceitação animal devido ao seu sabor e palatabilidade elevada. Sendo amplamente utilizada como fonte de volumoso na estação seca do ano, porém é necessária a correção por uma fonte protéica, no caso uréia acrescida de enxofre.

A uréia exerce função de fonte de nitrogênio para as bactérias ruminais, transformadas e convertidas em proteínas que serão absorvidas pelos animais.

Dietas à base de cana-de-açúcar + uréia + sulfatos (enxofre) têm sido vantajoso quando empregada na época seca, pois serve para a mantença de peso e se suplementada com alguns ingredientes, no caso farelos de arroz, soja, algodão, farelo de peixe ou sorgo, podem trazer alguns benefícios, como ganhos de pesos nesta estação do ano, sendo isto desejável e almejado por muitos criadores.

Pelo fato da cana-de-açúcar ser uma forrageira de elevada produção e com custo baixo, dietas contendo-a torna-se rentável para a nutrição de animais, já que a arroba produzida à base deste volumoso, acrescido de uréia e suplementos (farelos), é muito mais barata em relação às dietas "tradicionais" a base de silagem de milho e/ou sorgo.

Quadro 1: Análise bromatológica da cana-de-açúcar.
Elementos - Cana inteira(%) - Pontas de cana(%) - Bagaço da cana(%) - Farelo de colmo(%) - Farelo total(%) - Silagem ( Cana inteira (%) - Pontas de cana (%))
Matéria seca - 27,8  - 13,4 - 95,5 - 93,6 - 89,0 - 21,9 - 29,6
Proteína bruta - 2,4 - 1,4 - 1,1 - 1,7 - 2,2 - 0,9 - 1,5
Fibra - 8,9 - 7,8 - 46,7 - 45,8 - 43,4 - 8,6 - 10,6
Extrato etéreo - 0,6 - 0,5 - 0,4 - 0,6 - 0,6 - 0,6 - 0,6
Extrato não nitrogenado - 14,1 - 11,8 - 41,0 - 42,1 - 47,2 - 10,9 - 14,1
Nutrientes digestíveis totais - 16,3 - 13,4 - 46,5 - 55,8 - 55,6 - 25,6 - 15,5
Cálcio - 0,07 - 0,07 - 0,05 - 0,06 - 0,08 - 0,02 - 0,02
Fósforo - 0,08 - 0,03 - 0,14 - 0,14 - 0,13 - 0,02 - 0,02
Fonte: PUPO, 2000.


4. Referências bibliográficas

ANDRIGUETTO, J.M.et al. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel, 3.ed.,vol.2, 1983. p.166-300.

AROEIRA, L.J.M. et al. Digestibilidade, degradabilidade e taxa de passagem da cana-de-açúcar mais uréia e do farelo de algodão em vacas mestiças Holandês x Zebu em lactação. Revista Brasileira de Zootecnia., v.24, p.1017-1025, 1995.

ATHIE, F. Gado Leiteiro: uma proposta adequada de manejo. São Paulo: Nobel, 3.ed., 1988. p.17-47.

FRANZOLIN, R.; FRANZOLIN, M.H.T. População protozoários ciliados e degradabilidade ruminal em búfalos e bovinos zebuínos sob dieta à base de cana-de-açúcar. Revista Brasileira de Zootecnia., v.29, p.1853-1860, 2000.

HUBER, J.T.; KING Jr., L. Protein and nonprotein nitrogen utilization in dairy cattle. J. Dairy Sci., n.64, 1981., p.1170.

LOPES, H.O.S. Suplementação de baixo custo para bovinos – mineral e alimentar. Brasília, DF: Embrapa, 1998. p.59-77.

MARI, L.J.; NUSSIO, L.G. A utilização da hidrólise da cana-de-açúcar deve ser analisada com critério, sobretudo no que diz respeito aos custos, perigos e riscos, pois em geral os benefícios não justificam o custo do tratamento. Revista Cultivar – Bovinos. ed.13, ano 2, 2004.

MELO, J.L. Farelo de arroz e mandioca (raiz dessecada e feno) como suplementos de dietas básica de cana-de-açúcar mais uréia para novilhas leiteiras. Escola de Veterinária, UFMG, Belo Horizonte, 1983, p.49 (Tese de Mestrado).

NUNES, I.J. Nutrição Animal Básica. 2.ed. Belo Horizonte: FEP-MVZ, 1998. p.190-191.

PEIXOTO, A.M. et al. Uréia para ruminantes. Piracicaba, São Paulo: FEALQ, 1994.              p.117-315.

PEIXOTO, A.M. et al. Bovinocultura de Corte. Piracicaba, São Paulo: FEALQ, 3.ed.,1999. p.304-376.

PUPO, N.I.H. Manual de pastagens e forrageiras. São Paulo: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 2000. p.236-241.

SOUZA, O.; SANTOS, I.E. Bagaço de cana-de-açúcar tratado com uréia, na alimentação de ruminantes. Revista do Médico Veterinário Buiatra., v.1, p.24-25, 2003.

THIAGO, L.R.L. de S.; VIEIRA, J.M. Cana-de-açúcar: uma alternativa de alimento para a seca. Embrapa: gado de corte, COT. N.73, 2002.




Autores:

Thales dos Anjos de Faria Vechiato
Médico Veterinário Mestrando da FMVZ/USP; Departamento de Clínica Médica; Endereço: Avenida Caminho do Mar nº 2131, apto 27, Bairro Rudge Ramos – São Bernardo do Campo – São Paulo, CEP: 09609-000. thales_vet@yahoo.com.br  Autor para correspondência

Carla Balzano de Mattos
Profª Msc de Bromatologia, Nutrição Animal e Bioclimatologia da Universidade Metodista de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária.




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